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27.5.03
9 é o meu número. por isso queria que a soma dos algarismo de 27/05/03 desse 9, de alguma forma. ou que fossem 9 meses, 999 posts, 999 dias, 99 semanas, 9 histórias de amor, 81 (9x9) textos inesquecíveis, 9 novas formas de [vi]ver a vida, qualquer coisa assim, mas sinto que são apenas 9 minutos até eu terminar de escrever o último post deste blog. estaria mentindo se dissesse que está tudo bem, que só quero mais tempo e menos vitrine, ou se usasse qualquer subterfúgio para disfarçar o incômodo dos últimos dias. cansei, simplesmente. cansei dos outros e das convenções. cansei de querer ser lido, cansei de quererem me ler. volto ao caderninho debaixo do travesseiro e à caneta. vou aproveitar para responder alguns e-mails antigos, resgatar amigos e costumes, otimizar meu sono, trabalhar a vaidade de outro jeito, escolher melhor os textos que quero escrever ou registrar no tempo. é bom demais descobrir pessoas através de blogs – encontrei muita confluência, fiz amigos. dei e recebi carinho, isso vale a experiência. me aprendi, também: enfrentei medos, liberei rancores, declarei verdades que nem sempre acharam espaço fora do blog, entendi (uma parte das) minhas fraquezas e pude ver o que tem de melhor e pior em mim – não que eu tenha lidado com isso sempre da forma mais produtiva, mas me foi dada a chance. eu me dei as chances, e essa constatação é um presente por que agradeço muito. sem mais delongas, que está na hora de almoçar. carpe diem, certo? 9 beijos, então, para as novas pessoas que entraram na minha vida por esta porta. obrigado por me acompanharem, pelas broncas, pelo respeito, pela torcida, por tudo. estou vivo, não vou sumir, a gente se vê! ;-) andando do café pra casa, me dei conta de que começou o primeiro dia do resto da minha vida. andando na frente da igreja, senti como se eu pudesse muito, senti que estou mais maduro, que não posso mais adiar o momento de tomar as rédeas nas minhas mãos. andando com dor nos pés, decidi por algumas verdades (posts enigmáticos, né, gatas? pois sim) e agora tem um mal-estar aqui dentro do meu esôfago que dá vontade de sair, correr, enfrentar. sem conclusão nenhuma: cansei de causas e conseqüências. 26.5.03
escrevi e-mail para uma amiga longe: (...) e a minha paciência, curta, vacila. hoje a gente deve começar. não quero acabar nada, mas vou ser muito sincero quanto ao que sinto e quanto às expectativas também. vamos ver. em vez daquele começar, eu queria ter digitado conversar, mas o inconsciente tomou minhas mãos e me fez escrever de outro jeito, sem que eu tenha clareza sobre qual desejo está se manifestando agora. a verdade é que não estou apaixonado, e preciso disso, muito. me empolguei, nos empolgamos, eu sou empolgado desde o berço. embarcamos numa história de quem-sabes e há ajustes necessários - precisamos saber, agora, das disposições pare eles. da minha parte, digo que quero conversar: isso sempre me fez falta. conversar direito, ceder o espaço dos achismos às declarações explícitas, doces ou duras, mas explícitas, esclarecedoras, que confirmam e sustentam. e que seja hoje, por favor: ainda náo deixei de ser urgente. "durante a semana a gente se fala", me desculpe, mas não dá. 25.5.03
volta ao domingo em 80 porcarias torradas, queijos, vinho, chocolate, avelãs, castanhas, pistache, coca-cola, pipoca, risoto de ovo, sorvete chicabon coberto de ovomaltine. foda-se o espelho, que hoje o almoço de ontem foram tantas pessoas de tantos lugares de tantos sotaques de tantos blogs de tantos sorrisos de tantos encontros que eu não vou registrar a íntegra dos acontecimentos. só tenho a dizer que foi tudo maravilhoso: comer o namorado dele (hahahahaha!) dançar a performance finalmente encontrar devanear o vatapá como sempre a acolhida, meu ombro, teu sorriso espero que tenha sido o primeiro de muitos eventos. 24.5.03
estou bêbado. imitar é péssimo, me poupem. e "há tantos anos atrás", por favor, é quase como "ansioso" com "c". king's singers cantando: this could be the day that i'd die... obrigado. e me desculpe, mas não dá mesmo. gretchen em casa, nêga maluca sem juízo nenhum e eu mijando vinho enquanto não chega a hora de dormir juntinho. salve, fim de semana! 23.5.03
lendo uns blogs por aí, vejo o quanto não mais me enquadro em certos movimentos. o quanto já me deixei enganar, o quanto esqueci de quem sou para aproveitar situações fugazes e de importância menor que aquela que então eu lhes atribuía. beijei bocas de onde não sai nada que me interesse ouvir, meu deus! onde eu estava com a cabeça? aliás, eu estava lá, sem cabeça, provavelmente. pertencer, no sentido de "enquadrar-se" ou "estar de acordo", é uma opção. a gente às vezes perde o foco e faz umas escolhas erradas - normal. as segundas chances servem para testarmos o aprendizado. essas incríveis confluências no mundo-blog devem ter uma explicação científica, tenho certeza. algo como a equalização nos ciclos estrais de fêmeas ocupando continuamente um mesmo espaço - sabe quando um monte de mulher trabalha junto e começam todas a menstruar mais ou menos na mesma época? pois é. o junior escreveu sobre o quanto está gostando de se sentir intelectualmente estimulado na relação dele, e esse é o assunto que martela meu juízo há dias, desde que começou. aliás, comecei. ou melhor, começamos. sempre estive cercado de pessoas inteligentes. muito inteligentes, diga-se: tenho irmãos brilhantes, amigos geniais, meu pai é um homem sábio (não "sabido" – é bem diferente)... gosto de paridade quando converso, e não falo de cultura ou articulação, mas de um outro tipo de inteligência: é velocidade de raciocínio, associação fácil, uma certa ousadia sináptica, sei lá como definir. é poder falar nas entrelinahs e não preocupar se o outro está captando a mensagem, por exemplo. é, é isso. sinto falta, preciso de não me sentir "superior". mas estou dando tempo: auto-controle de cá e sensibilidade de lá também são inteligência, enfim. Morre compositor Argemiro do Patrocínio ruim pra gente que fica: perdemos um teco da memória viva do samba. 22.5.03
sobre o post abaixo, faltou dizer que eu ADORO este blog. fiz o leiaute com todo carinho, escolhi os links, aprumo o texto, tudo com muito cuidado porque isso aqui sou eu também. se parece não ter a minha cara às vezes, é porque nem sempre eu demonstro tudo o que sou, ou nem todo mundo já conviveu com cada faceta minha - sou imenso, contenho multidões. mas aqui me sinto inteiro, verborragiando ou falando dos meus díspares ovos. é, eu gosto muito daqui. vou me dar o direito de escrever, e faz de conta que não tem leitor nenhum pra (olhaí! até me permiti o "pra") essas palavras e que eu não tô nem aí (mas é óbvio que tô muito aí, então todo mundo faz de conta que nem tá lendo e eu faço de conta que escrevo só pra – olha o "pra" de novo! – mim). não digo mais que a minha memória é muito ruim: ela é seletiva, coitada, às vezes um tanto demais e um muito confusa, mas o fato é que não guardo direito a ordem dos eventos, seria incapaz de afirmar que foi desse ou daquele jeito e, menos ainda, de lembrar com que idade comecei a ler ou escrever – só sei que foi cedo. sempre gostei das palavras. em casa tinha muitos livros, enciclopédias, dicionários, e eu colecionava gibis, aos montes, pilhas e pilhas religiosamente crescidas uma vez por semana quando meu pai dava dinheiro para eu brincar de esbanjo na banca da praça. assim, lendo muito e falando tanto quanto o mal de família permitia, ninguém se espantou quando fui orador da turma da alfabetização, aos cinco. ou quando aos sete, oito, minhas redações eram publicadas nos quadros do colégio. espanto, na verdade, foi quando aquela professora, eu tinha 12, me deu um sete numa redação "tecnicamente perfeita", só porque não obedecia aos padrões que tínhamos estudado até então, só porque eu transgredia, minha mania de grandeza já se confundia com o ego inflado e com o (ainda nem tão) complexo de superioridade e, claro, sempre fui muito vaidoso, então senti um misto de indignação e orgulho, porque fernando sabino e cony estavam ali, debaixo da minha carteira, sussurrando que eu podia, sim, apesar da retaliação, e mais uma vez a aclamação de uma redação lida, e não foram poucas, e eu estou cagando (com o perdão do português bonito) se alguém vai me achar ainda mais pedante porque falo assim sobre os méritos (ah, os deméritos já estão todos suficientemente explícitos também com isso e na minha cara e nos meus atos, então vou mais é falar dos méritos e pronto). sempre ajudei os colegas, sempre comecei ou terminei redações pelos outros, pra mim era tão fácil, mesmo que demorasse uma vida até começar os meus próprios textos, aqueles que eu queria irretocáveis, os que seriam lidos, louvados, publicados antes de a opção sobre o post and publish ser exclusivamente minha. estudei comunicação na faculdade porque queria fazer prova de português na segunda fase do vestibular. e, olha que lindo! fui reprovado da primeira vez com um zero na redação! fugi da tema, prefiro acreditar, nem lembro mais direito, só sei que não passei e era eu o único cabeludo na casa da rua dos prazeres, carnaval de 94 com a turma do colégio, todos os meninos carecas felizes, e eu lá, que absurdo, como eu, melhor aluno do colégio, tantos pontos sobrando na primeira fase, como é que eu fui reprovado logo na redação? pois é, vai entender. mas deu certo, afinal – se "certo" puder ser dito sobre um publicitário que brinca de ser relações públicas, ainda frustrado porque toda a família condenou seu desejo de estudar letras: "tanto talento desperdiçado", "vai morrer de fome", "você tem que ser médico! doutor!"... médico, pois sim. talento, tá. talvez eu devesse mesmo largar tudo agora ("tudo"?) e prestar vestibular de novo (é, de novo, já disseram que eu nasci pra isso), que não agüento mais brincar de projeto de executivo, quero professar ou, sonho, escrever e viver disso. aliás, o motivo de escrever agora é justamente a vontade de escrever mais e melhor. não sai da minha cabeça a idéia de abrir um outro blog, diferente deste, para o exercício de escrever com mais liberdade e compromisso (conceitos não necessariamente antagônicos). até eu já cansei da lenga-lenga sobre exposição, visitas, controle, projeção, vaidade etc. etc., não cabe justificar nada... quero assinar meu nome, quero não assinar nada, quero não me preocupar com nenhuma dessas questões todas que já permeiam, infelizmente e talvez sem volta, o que escrevo no gente. quero escrever, ponto. mais e melhor. ponto. só. 21.5.03
pós-almoço * papo surreal com uma certa baiana que mora em brasília e chega hoje à noite a são paulo, vindo de curitiba (cosmopolita, sei). quero só ver mais tarde. * 10 minutos pelado no banheiro, em confluência com o universo * diálogo com a outra doida aqui do lado: - ah, não tem nada gostoso pra gente comer naquele escritório... - tem eu, oras! - mas eu não posso te chupar no meio do expediente, né, gato? - (cof, cof! gasp!) tive um sonho muito longo (engraçada a percepção de tempo nos sonhos, né? li em algum lugar que os sonhos, normalmente, duram alguns segundos - mas alguns bem parecem filmes épicos!) nessa noite, com a tal viagem de férias de que falei há dois dias: saía de casa na sexta à noite e me mandava para um vilarejo bonitinho, verde, cheirando a banco de praça, para voltar só no fim do domingo. acordei feliz, doido pra escapar nesse final de semana. mas há os compromissos (e eu os quero), há o namoro (que eu também quero), há a incompreensível inexeqüibilidade (eita, que palavrão!) dos sonhos a impedir uma traquinagem tão boba e inofensiva... há coisas demais... (...) hum... quando eu sumir, diz que fui por aí. às vezes não quero falar, simplesmente não quero, então escrevo. e conto do que me angustia ou me deixa feliz, mas do meu jeito, de uma forma que eu possa entender, guardar, refletir. se quisesse dizer ou mesmo soubesse dos porquês, seriam mais freqüentes as "horas felizes" depois do trabalho, mas não estou assim [feliz] agora, por um sem número de desrazões que fazem infelizes as horas no trabalho... então, como seriam [afoitas?] aquelas depois dele? em breve, espero. por enquanto, afro-sambas. 20.5.03
o que eu sei não me faz melhor ou maior que o sentimento do outro. o que eu sinto, nem sempre o outro sabe. viver não é difícil, mas é complexo. ando sumido mesmo: com a implantação do software novo, estou sendo MUITO demandado com os treinamentos, validações e ajustes necessários. mal tenho escrito, não leio blogs faz tempo, e-mails idem... muitos amigos que não vejo, difícil de marcar qualquer coisa, eu só preciso de férias. hoje, vindo ao escritório, pensava em fugir uma semana, todo dia pegar um ônibus da roviária para alguma cidadezinha no interior, ler um livro no caminho, comer um almoço simples por lá, visitar a praça da cidade e descobrir o artesanato local... sozinho com minha mochila nas costas, sem celular nem relógio, voltando para casa no final do dia, pizza antes de dormir e sono sem compromisso, que bom! ainda não sei quando, mas sim. em breve, espero. álcool no sangue, nó no peito e um mundo de perguntas na cabeça, então não vou esperar ser compreendido nem quero que ninguém me pergunte por quê, porque não é para ter respostas - ou tudo que você faz merece explicação, me diga? pois eu fiquei assustado, sim, fiquei assustado quando ele me disse que ela sabia algumas coisas minhas de cor, quando me falou de alguém que queria me conhecer, quando muita coisa pareceu tão crua, tão nua, e lembrei dos dois paspalhos que lêem isso daqui como se anônimos fossem, pensando, talvez, que me metem medo por sei lá o quê, coitados, eu não tenho medo, meus filhos, eu não tenho medo do que vocês podem, pensem que medo deveriam ter vocês, talvez, e não o têm, então sejamos adultos o suficiente para enfrentarmos todos os nossos fantasmas, sendo que os meus eu já os enfrento a cada dia, e vocês? pois bem, calem as suas bocas ou gritem logo, mas deixem dessa frescura de recados grosseiros, por favor. ou me deixem, simplesmente, sigam suas vidas e seus desejos, sem que me seja necessário gastar mais atps com suas idiossincrasias, ok? pois. mas eu quero saber daqueles outros que medo têm, aqueles de quem ele falou, que se furtam de ler o que escrevo porque têm medo (medo?), isso eu não entendo e muito queria entender, porque só escrevo do meu umbigo, e eis que descubro reflexo, e eis que não estou sozinho, e eis que sou mais maduro do que os 25 anos julgariam justo, ora pois, e eis que minha gramática lapidada e meu léxico plural falam mais alto - maturidade? não, eu digo, isso não é nada, se muito parece, abra seus olhos, você que lê, que isso não é nada se não um pequeno ato intróito da peça maior que se pretende como o livro único do forrester do filme, eu quero mais é fazer de conta que sei mais do que podem pensar, para me resguardar - e quem não? - naquilo que sei que me protege, meu texto lapidado, minha facilidade com o léxico, essas palavras bêbadas como se não houvesse compromisso, como se fossem pensadas, tão cuspidas me saem, tão precisas, eu sei, essas palavras que de mim tanto falam, e eu já não suporto ser tão compreendido, tão lido, tão descoberto a partir das entrelinhas, a gente tenta se esconder, mas se é difícil mostrar-se tanto mais difícil é tentar fazer de conta que qualquer coisa que se diga tem mil leituras possíveis e ninguém vai descobrir a verdadeira leitura única, ora, somos tão legíveis quanto um gibi da mônica, vergonha ao vento, vergonha diáfana, it's all a tape recording, não esqueçamos, uma hora vou sumir e nem vou dizer - experimenta isso comigo? vai ser bom. quero ficar com você e é a glória do saber querer… ciúme é uma merda, e eu não sei lidar com isso por você. não sou ciumento, nem quero ser, nem quero aprender, te vira, vou te ajudar enquanto minha paciência deixar, mas não posso abrir sua cabeça, seus olhos, seu coração. te mostro minhas verdades, te digo o que sinto, mas não vou abrir mão de mim por você, entenda, já fiz isso uma vez ou duas e aprendi que não vale a pena, é pouco sincero contigo e menos justo comigo, sou assim e é assim que você deve me descobrir, e, sendo a mágica, se deixar apaixonar. não posso te convencer pelo que não sou ou pelo que você gostaria que eu fosse, não posso, não devo, não vou. não me desculpe. eu quero, estou apostando, mas os seus 28 anos me confirmam aquela minha tese (idiota?) de que idade faz (toda a) diferença e de que não estou pronto para abstrair da adolescência tardia sua ou da pretensa precocidade minha, se assim é, com meu léxico bonito e minha gramática sonolenta, não vou abrir mão do meu sonho bêbado e apostado, não vou. então me diga amanhã se bati a porta do carro com mais força do que merecia, me mostre que a verdade que eu disse serviu para tornar mais forte isso que estamos vivendo, me diga uma palavra única, que seja "saudade", que seja "desejo", que me faça esquecer daqueles oito anos que prometi esperar por ser eu apenas um menino. quero crescer, muito maior do que já sou. mostre-me o caminho. não sou o único a precisar de diretrizes, mas eu divido a angústia e a conquista de cada dia. apesar do sono, a noite foi deliciosa! por causa de gabby, tem glitter até no meu sovaco - mas foi o brilho da festa e da gente. ronaldo, eu vou bater na sua cabeça. ou te internar, seu louco. guiu, promessa é e a frase que me martela o juízo desde ontem: eu vou te contar que você não me conhece 16.5.03
finalmente consegui entender a diferença entre certos estilos de tunts-tunts: ninguém me explicaria melhor que ele, e tomei a liberdade de copiar aqui, para outros leigos como eu... entre as vertentes de música eletrônica Se a pista for ocupada maciçamente por homens, mais de 1/3 deles estiver dançando com o braço pra cima, mais da metade estiver sem camisa e mais de 90% estiverem beijando uma pessoa do mesmo sexo, o som tocando é house. Se você já tiver ouvido a tal música nas rádios, mais de dez caras estiverem dublando tudo que toca com direito a tremidinha de queixo nos agudos, a Vera Fischer estiver dançando no meio da pista e pelo menos um dos homens estiver usando boné, então é dance. Se todo mundo idolatrar o DJ como um Deus, pular ao invés de dançar, você só for chamado de 'mano' ou 'meu' e se sentir numa fila de banco, está numa festa de drum 'n' bass. Se a metade dos presentes não tiver tatuagem, nem piercing e achar que ouviu a mesma música a noite toda enquanto a outra metade tiver uma média de 3 tatuagens e 2 piercings, dançar de punho cerrado e só se tornar simpático (quando se tornam) depois das 3 da manhã, você está ouvindo techno. Se todos, embora parecidos com o pessoal de house que fica de camisa, estiverem com uma taça de espumante nas mãos, conversando em panelinhas mas ninguém estiver se beijando, você está numa festa de electro. Se todo mundo parecer que não toma banho há uns 2 dias, existir um gramado imenso, você se sentir na escola nacional do circo, algumas das roupas precisarem de 2 pilhas pequenas e a cada virada de música você enxergar um pôr-do-sol no horizonte, embora ainda sejam 2 da manhã, você está ouvindo trance (e colocaram um ácido na sua cerveja). se alguém achava que meus óculos eram "diferentes", quero só ver as reações aos dois modelos novos que comprei hoje na hora do almoço, loucura fruto da compulsão de sempre mais a catarse com a iminência de matrix reloaded. tô radiante com a mudança no visu. e nem quero pensar no rombo no bolso - o bom de ter amiga dona de ótica é a chance de gastar como se fosse onassis e pagar feito mutuário da caixa econômica, la la la la... Estréia de "Matrix Reloaded" é antecipada para próxima quinta silêncio. não estou preparado ainda. nem para o filme nem para a fila. 15.5.03
é uma sensação de incômodo que não passa, por mais que os dias se atropelem ou pareçam aqui dentro do meu peito se arrastar feito lesmas perdidas. ou bêbadas. não agüento mais a praticidade do "tudo bem" quando me perguntam sem interesse ou por falta do que dizer "e aí? tudo bem?" e, sem pensar ou fazendo questão disso, emplaco o sorriso grátis, tão econômico e instantâneo, para fazer rolar o dia e mover os pés porque a gente tem mais é que andar mesmo porque nada vai parar enquanto a gente escolhe se vai por aqui ou se dá um mergulho porque sim, a vida pode ser escrota às vezes justamente por não nos dar o tapa de que a gente precisa e simplesmente se deixar viver, pseudo-vida, como se viver fosse essa sucessão de dias sem grandes motivos, apenas rolados a pés movidos tão lentamente quanto lesmas perdidas. ou bêbadas. sim, é mais um surto de semi-esgotamento não físico nem mental nem emocional, mas um misto de tudo, tudo parece tão sem sentido às vezes – ou é só comigo? que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço, não canso de repetir o mantra que me acompanha desde o começo em são paulo, não canso de pensar se mereço calma, se suporto a paz, se a resposta é embora ou adiante e se além não pode ser aqui, porque aqui, enfim, "aqui" é em todo lugar o tempo todo. ou não sei o que é e procuro forças para descobrir – não, não procuro forças para nada, só espero por forças ocultas (talvez o destino?) que de repente me mostrem a luz ou mandem um passaporte para shangri-lá, que em pasárgada já não acredito, coisa de criança, agora eu sou gente grande e só tenho medo do lobo mau porque minha casa ainda é de feno, basta um sopro e era uma vez a proteção que parecia tão sólida, sabe? então eu penso se não é essa a hora de ir embora (daqui ou de agora). 14.5.03
continha uma historinha feliz offline + aperreio no trabalho + coisa demais na cabeça ---------------------------------- falta de vontade de blog pois é. Você já deve ter passado por algumas dificuldades. Já acumulou algumas experiências e tem a prática a seu favor. Talvez você venha a se encontrar com pessoas que precisem sua orientação neste dia. Não deixe de dar atenção a essas pessoas. Agora é sua vez de ajudar. (horóscopo) quer dizer que tenho orientado pouco, então? precisa de mais? meu filho, nas últimas semanas eu não tenho feito outra coisa se não treinar, orientar, ajudar, explicar, ensinar e todo tipo de congêneres! desse jeito, haja protesto * não aguento mais almoçar sanduíche * não aguento mais comer enquanto trabalho * não aguento mais estatística * usar gravata (diariamente) é um saco * não sou dos dez melhores planejadores, mas destesto tanto atropelo assim * cadê a praia quando faz esse solzão aqui? 12.5.03
ontem foi uma aposta. felizmente, eu ganhei. hoje passei por alguns testes: no trabalho, na faculdade, no peito. fui aprovado (por mim) em todos - e reconheço, com orgulho, meu mérito. escolhi empreender um trabalho custoso e incerto para me fazer um homem melhor… e fico feliz por constatar que estou conseguindo subir os degraus. aos corrimãos de cada hora, obrigado. 11.5.03
![]() essa é minha singela homenagem para a madressita-potranca-popozuda mais fofa e gostosa desse mundo: minha própria genitora, vulgo mainha querida do meu coração. ela mora longe, não lê esse blog, esqueci de mandar seu presente (tá ali na escrivaninha, podem me chamar desnaturado) e quase não nos falamos direito ainda hoje, porque a coitada trabalhava loucamente quando liguei (pois é, mal de família)... mas do amor a gente sabe, eu e ela. tanto que declino das flores e ofereço um tantinho de farofa, que mainha tanto adora (e eu também): não vejo a hora de estarmos juntos de novo, dividindo a colher e brigando pelas panelas, caminhando na praia e tomando cerveja, dançando forró daquele jeito que ela me ensinou quando eu mal sabia "fazer conta de vezes". feliz dia, madre. não estou aí para acabar seu batom preferido escrevendo no espelho, mas faz de conta que amanheci sacodindo sua rede e tacando um cheiro no teu bucho! e a todas as mães, meu beijo de parabéns, e que deus as abençôe. 10.5.03
[des]conversas * ainda estou no escritório, e faz um lindo dia de sol * "nossos corpos sempre conversaram melhor que nossas almas", eu lembro * parece que meu corpo ainda fala melhor que minha alma * ou minha alma é muito difícil de compreender * de ser compreendida, digo - ou não? * "desse jeito você me enlouquece", e eu mal estava começando, hunf * quero tantra * por enquanto, a gente dorme abraçado, bocas coladas - e isso já é muito * idade, idade, idade... preciso parar de pensar nisso * quando for embora, vou correr na praia e ficar magro (sem gordura) e negão * quero jogar o celular na privada de propósito (o da bcp não tem meu nome) * fortaleza, fortaleza, fortaleza * trabalhar no sábado é uma merda. 9.5.03
gata, eu devia dizer só pra ti, mas deu vontade de falar pra todo mundo, que tu, melhor que ninguém, sabe o tanto que eu sou pantinhoso e metido e pois é. amanheci com uma saudade sem tamanho, meu amor. vindo pro escritório, naquela bendita meia hora do dia quando aproveito para encaixar algumas coisas no canto, lembrei da gente - chegou a doer no peito. quer amo muita gente, tenho muitos amigos, mas tu é a minha única e insubstituível balla. é contigo que tem mais graça. quem é que eu posso acordar de madrugada para me quebrar um galho? com quem a cerveja nunca precisa de motivo? a parceira dos programas de índio, quem é? é você, ballona. é você. você me conhece pelo oi, pelo olho, pela roupa que eu visto ou por qualquer coisa. é contigo que eu não preciso jamais medir as palavras, mesmo que a gente brigue, mesmo que o mundo se acabe, porque depois a gente se acerta, sentando, chorando, conversando, rindo, brigando de novo... a gente sempre se acerta. já dormimos juntos, aprontamos as piores baixarias, fugimos de festa para nadar pelados, defendemos nossas monografias no mesmo dia (lembra?), passamos pelas mesmas agruras no quase mestrado, mentimos, sumimos, chegamos atrasados (mas a culpa era tua, diabo!), nos auto-enganamos para suportar nossas fraquezas, seguramos as pontas um do outro quando a coisa tava preta... sempre rindo, sempre juntos. sempre, mesmo que não fosse todo dia. quer liberdade maior do que isso? agora me diz, gata: como é que eu vivo longe de ti? preciso das tuas broncas, das tuas marmotas, do teu jeito de falar "carrrrrralho!", de te ver com anéis gigantes e chiques, de sentir teu cheiro tão bom, do teu abraço apertado, do teu cuidado materno, da putaria consciente que só a gente sabe, de toda essa paridade, balla, que deus nos deu de presente. preciso de ti, minha amiga. muito. estou morrendo de saudade. e te digo, mais uma vez, que te amo. pra caralho. [des]conexas * eu odeio meus pneus. adoro morder os dos outros, mas em mim, acho um horror. * meus cabelos estão enormes, tô parecendo um sasquatch. * estou aprendendo a aceitar minhas preferências antípodas ao "senso comum". * "senso comum" (aspas imprescindíveis) é um conceito absurdo, obsoleto e raso. * quero beber vinho hoje, para dormir tranquilo. no colo. * dormir abraçado é uma das melhores coisas do mundo. * pode ser, pelo menos. * final de semana é bom. * mãe longe no dia das mães é ruim. * se arrumar tempo livre, vou considerar a possibilidade de praticar ioga. considerar. tudo azul, apesar do frio e da cama sozinha me esperando. mas... é só hoje, que para amanhã a previsão é de muito calor nessa mesma cama fria. ô-ba! 8.5.03
e eu só encontro gente tola pelo caminho, ai,ai, ai... juntou comigo, que mais tolo sou, só pode dar xabu, né? mas a graça da vida, de repente, é justamente essa: ir descobrindo e inventando tolices, até ver o que ganha peso, cor, espaço, e então, ah, então, colher os frutos doces de ser tão inocentemente (ou nem tanto assim) tolo. ![]() You are Storm! you love. You are in tune with nature and are very concerned with justice and humanity. Unfortunately, certain apprehensions and fears are very hard for you to overcome, and can often inhibit you when most need to be strong. brought to you by Quizilla vi no chico, outro amante dos quadrinhos. eu sabia que o resultado só podia ser esse: sempre fui doido pela ororo, adorava sua história e a idéia de controlar os eventos climáticos. mas, pensando bem... apesar dos raios e terremotos de às vezes, hoje eu tô mais pra algo entre um preocupado professor xavier e jubileu soltando fogos de artifício. 7.5.03
escrever, falar das imundícies e do recato, de ser patético e sonhar com asas, até ligar (ah, o telefone), quem sabe almoçar direito e um cochilo – deus, como eu queria um cochilo –, tudo isso eram intenções do dia, mas não deu nem vai dar: minha cabeça está formigando, tenho prova de estatística mais tarde e nem faço idéia do que seja distribuição normal. sou bom com números, até descobri como usar a tal hp12c-salve-minha-vida-com-esse-monte-de-funções sem manual nem nada, mas é impossível decorar fórmulas sem entender para que servem, então estou com medo, depois de tanto tempo, sinto medo de uma prova idiota que não prova nada, mas vai me jogar na cara o quão relapso tenho sido nessa outra graduação (não aprendi com a primeira?), sem o alívio do pebolim no c.a. ou da cerveja no rei das batidas para falar besteira pensando em conquistar o mundo, porque agora é tudo diferente e eu já não encontro ânimo, tempo nem porquê para todas as grandes ou pequenas coisas. só sei que hoje tem um dragão me esperando – torçam por mim, por favor. 6.5.03
me incomoda o jeito como você dança, parece que a música que a gente ouve não é a mesma. aqui, scholl canta vivaldi, enquanto você parece só silêncio, aliás, você só silêncio, sim, você não se manifesta, nem eu, vale a pena? o que buscamos? penso nisso cada vez mais, penso no que quero, eu sei? poderia delinear ou nominar um sem número de talvezes, mas nada tem o cheiro daquela certeza que cega, nada é chão seguro o bastante para pisar e pular sem medo da queda, e você, esse é o problema, você tem-se mostrado perto do nada, com toda a rasura de sempre, mais aquela alguma coisa incompreensível e inclassificável que te eleva (elevou?) à categoria de talvez, ou seria apenas carência? ah, mon coeur, falo ao meu coração que se permita, eremita, que se atire, laço, mas não funciona somente ao comando da voz ou do dedo, não é assim. que se cuide, que se queira, que todos os deuses em conluio escolham para meu coração uma vida de penúria, pois não, mas que culmine enfim com o gozo dourado, e que não me reste dúvida - para evitar a consumição que lacera o peito e esfria os dias e esfria o ânimo e faz o amor parecer tão inalcançável, o puto. eu só quero, repito, meu querer arrebatado, minhas pernas bambas e o alijamento de todo juízo ou controle, para nunca mais de novo até o fim dos dias, eterno enquanto durar, sentir que o universo é pouco para o meu sorriso e que as batidas aqui dentro em compasso com as batidas aí dentro compõem o ritmo da música que a gente ouve, canta e dança. em silêncio, porque enfim. tentei inserir um código no meu template para que o blog deixasse de aparecer nos resultados de pesquisa do google, mas parece que não deu certo. e coisas chatas aconteceram, e já tem muita visita de novo, e eu nem sei se quero mais essa exposição toda do blog (de novo, de novo o velho questionamento...). tem dias que eu acordo de pá virada, e, por mais que goste de escrever aqui, às vezes dá vontade de sumir. ou mudar. 4.5.03
porque eu já não posso tenho 25 anos e 6 bichos de pelúcia, mais um monte de insetos de plástico. danço e pulo em supermercados, faço questão de ovos de chocolate na páscoa e de presentes lúdicos no meu aniversário. adoro rolar no chão brincando com crianças e não sei andar de bicicleta, skate, patins, mas ainda hei de aprender: minha infância, deus queira, vai longe. sou um menino pequeno, enfim. em alguns aspectos, muito parecido com todos os meninos pequenos. noutros, meio diferente dos meninos pequenos que encontrei na vida. menino pequeno é uma coisa assim, esquisita, com umas manias e uns medos que eu não entendo mais. um bocado de coisa eu sei bem como é, mas tem outras, viu, que eu nunca aprendi ou já fiz questão de esquecer. ciúme, por exemplo. diz que ciúme é medo de perder o afeto de quem se gosta para outrem - mas afeto é uma coisa assim tão grande! dá pra todo mundo, ou não precisa ser só de um, né? fora que há muitos tipos de afeto, muitos jeitos diferentes de gostar, isso sem falar nas intensidades, objetivos, motivações, graus e, claro, (possibilidade de) reciprocidade envolvida na relação, para ficar no fácil. eu, menino pequeno que sempre recebi muito amor, aprendi a dar mais importância ao afeto que me dão que àquele que deixo de receber porque está destinado ao resto do mundo. se esse quinhão que a mim cabe não me supre, vou atrás de outra fonte, pronto. simplificando (para quê complicar?), vejo assim. também não entendo direito essa tal de insegurança - e olha que eu sou suuuuper inseguro. mas quando a gente fala de gostar… puxa vida! se gosta mesmo, nem é só a boca que diz: tá na cara, nos olhos, no cheiro, no corpo todo! na maneira como a gente anda, toca, ri, em tudo dá para perceber o carinho, o interesse. nem todo mundo é tão bom entendedor, eu sei, mas nem todo sinal é tão discreto, da mesma forma. então que tal parar com esse negócio de "não fiz isso porque não sabia como você iria reagir" e tentar, fazer logo e ver no que dá? que tal deixar de apostar no erro e se dar uma chance de acertar? falo isso para mim também, que sou menino pequeno, preciso me repetir algumas lições com frequência. e falo para você, que não se repete nada, a quem basta errar uma vez (basta? quisera eu ser rápido assim), falo porque acredito que você pode acertar mais se tentar, porque sei que se perde pela omissão também - eu já errei demais com isso. menino pequeno tem paciência curta, quer tudo aqui e agora. esperneia, faz bico, xinga, chora, fica emburrado… nisso eu sou menino bem pequeno ainda. não tenho paciência, por exemplo, para certas coisas de menino pequeno. sempre gostei de estar perto da gente grande, sempre foi mais fácil conversar e brincar com os adultos. hoje, posso até estar errado, mas algo me diz, e a experiência tem comprovado, que cansei dos meninos pequenos, pelo menos por enquanto. não quero mais brincar por brincar: perdeu a graça. feriadão foi bom gastei dinheiro, beijei na boca, comi bem, me dei perfume vi amigos tal coisa coisa e tal agora tô sem saco sem querer nada só domingo e preciso estudar saco 2.5.03
'cause i feel you tonight então teremos mais um momento da verdade, e vai ser agora, na sua festa de aniversário, no meio de todos os seus amigos, e eu lá com os meus, fiéis companheiros, pagando pra ver o que pode ou não acontecer, me dando uma chance, porque essa chance é para mim, sim, porque eu mereço tentar, mesmo que esteja descrente, mesmo que agora questione se podemos ser tão amigos a ponto de transcender (e, assim, sustentar) a linha do namoro, ou se o destino nos reservou à categoria dos amantes, e eu não quero ser amante, não me basta, não me supre, quero mais. mas vou lá, cantar uma música, dançar duas, ouvir (deus me ajude) de peito aberto. se palpitar, tomo uma cerveja, arrumo graça, vamos rir, vou ler os seus olhos - sinceramente, espero que me digam qualquer coisa de que eu lembre com carinho. não quero escrever a respeito, já falei o que precisava, por ora. somos dois idiotas, ambos. eu, talvez, até mais. isso basta. é que às vezes não precisa nem de meia hora para eu me deixar envolver, mas o caminho inverso, you know, não leva um piscar de olhos. porra. 1.5.03
tarde, sono, álcool... saudade, acredita? eu queria ter estado mais com você. foi bom conhecer o (teu) povo todo, bater papo, voltar pra casa e sair com os (meus) amigos. foi especial você ligar dizendo que viria me encontrar no outro bar. e muito frustrante quando, em seguida, o telefone tocou anunciando sua desistência. então eu liguei para ver se estava tudo bem, e você ligou para dizer que me adorava e eu falei que sentia tua falta e amanhã, se tudo der certo (há de dar), a gente vai se ver. porque a gente liga, pelo que estou vendo. e, por mais que eu tente controlar as expectativas, preciso admitir: estou me empolgando, topando, e isso não é todo dia. preze isso, por favor, que você não imagina o quanto de valor eu dou a me permitir estar com alguém. ~ início ~ |
~ lendo ~ Alê (BGML) Balu (Sim, eu OdeioSopa!) Beth (E-Beth) Camila (Tapetes de Penélope) Clara (The Clara Beauty Journal) Clau (Lettiânia) Djoh (Caminho Dourado) Ematoma (Objetos de desejo) Gabby (Nêga do leite) Guiu (Perto do coração selvagem) Lola (Escreva Lola Escreva) Marie (Je suis Marie) Phelipe (papel pop) Rafaela (Letra e Música) Renata (o livro de areia) Ronaldo (Satyricon) TDUD? (Te dou um dado?) em que quer acreditar. ~ ~ passado ~ agosto-2009 junho-2009 maio-2009 abril-2009 março-2009 agosto-2008 junho-2008 maio-2008 abril-2008 março-2008 fevereiro-2008 janeiro-2008 dezembro-2007 novembro-2007 outubro-2007 setembro-2007 agosto-2007 março-2007 fevereiro-2007 janeiro-2007 dezembro-2006 novembro-2006 outubro-2006 setembro-2006 agosto-2006 julho-2006 junho-2006 maio-2006 abril-2006 março-2006 fevereiro-2006 janeiro-2006 dezembro-2005 novembro-2005 outubro-2005 setembro-2005 agosto-2005 julho-2005 junho-2005 maio-2005 abril-2005 março-2005 fevereiro-2005 janeiro-2005 dezembro-2004 novembro-2004 outubro-2004 setembro-2004 agosto-2004 julho-2004 junho-2004 maio-2004 abril-2004 março-2004 outubro-2003 setembro-2003 junho-2003 maio-2003 abril-2003 março-2003 fevereiro-2003 janeiro-2003 dezembro-2002 novembro-2002 outubro-2002 setembro-2002 agosto-2002 julho-2002 |
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