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31.3.04
Sabe o que aproxima o Ronaldinho Gaúcho e Faye Alibocus, Miss Trinidad e Tobago 2003? É que ambos apostam no mesmo penteado para arrasar: ela, quando desfila languidamente pela passarela do Miss Universo; ele, jogando contra o Paraguai (nesse momento, na Grobo). A diferença é que, enquanto a beldade tobagaceira quase ganha a coroa, o nosso perneta brazuca, obviamente, fica MEDOOOONHO! Pelo menos eu pude comprar o Ensaio sobre a lucidez, livro novo daquele moço que me faz arder de inveja por escrever com tanta, tanta beleza, meu Deus. Saiu na segunda-feira, e lá estava eu na fila da Fnac Paulista, quer era a mais próxima, para poder voltar para casa comendo as primeiras páginas já no metrô. Um abuso de literatura, isso é o que é. ![]() (reparem-se as peitcholas a la Dani Bananinha, marota, na Playboy... e que tais as revistas podreiras ao fundo, ostentando Galisteu e Gimenez seminuas? intelectualíssimo, o rapaz, hahahaha!) Long time no see... long time no write, no read, no fucking care about internet and this whole shit. São várias as razões para essa apatia (vamos chamar assim, por enquanto) recente, algumas bem identificadas e superficialmente tratadas, outras, eu diria, novidades com que é preciso descobrir como lidar - logo agora, quando eu não sinto a MENOR vontade de aprender nada. O blog anda burro e desinteressante, as discussões de outros tempos não cabem mais aqui porque não têm mais espaço sequer na minha cabeça, já não valem uma cerveja gelada na Nati (marida, saudade!)... Aquela urgência de compartilhar (expor?) as dúvidas e as dores todas, ela se transformou em uma tranqüilidade que torna a vida mais clara - e isso, por um lado, é confortador, se não tanto estimulante. A palavra de ordem no momento é simplificar. Então a paciência encurta para algumas questões. Estatística, por exemplo. Rumos, dinheiro e tempo também. Mas parece que não há como fugir delas, eu estou cercado. Só que eu gosto muito de liberdade, e, com essa pressão, mais apático eu fico. (suspiro) Detesto círculos viciosos. 25.3.04
Para constar: eu ODEIO Estatística. Com todas as minhas forças. Mas sou bom pra caralho no Minitab. Eu sou um monstro. E hoje eu cruzei com o Léo Madeira, da MTV. Aqui, na esquina de casa. Ele é meu conterrâneo e feio. Bem feio. Aliás, ele é medonho. O Platibanda, finalmente fui conhecer. O bar é legal e tem um Escondidinho ótimo. Mas faz um barulho insuportável lá dentro. Um mês de mais beleza nessa cidade cinza. Maravilha, gata! Um mês. E eu descubro, com prazer, uma paciência minha que só imaginava possível em histórias dos outros. Resta ver o que ela sustenta. Chances. Eu? Eu sou um pateta, covarde, romântico, fraco, bobo, ingênuo, eu sou como aquele trouxa do Narciso à beira do lago esperando por um desejo que jamais chegaria perto se ele não estendesse a mão. E mais uma noite de possibilidades se desmancha em especulações e sonho, esse gosto azedo de vazio na boca, o peito batendo sem ritmo porque não sabe que música está tocando. Ah, navalha afiada do tempo... É como diria A. C. C.: aqui os meus crimes não seriam de amor. Seriam, sim, por ele. 22.3.04
EEEEEEEEEEEEEEEEEIIII!!! Acabou de começar o AMERICAN IDOL na Sony! Pausa na vida, telefones desligados, adios, internet: hora de vegetar na frente da tv! Eu tô torcendo pela moça do vozeirão que não sabe se vestir. Ou pela Fantasia (esse é o nome da nêga, acreditem!). E a Paula Abdul é ótima, mas o Simon Cowell deve ter sérios problemas sexuais. Tipo hemorróidas. Faz mais de três meses, já. O livro é maravilhoso, eu estou encantado com a estória e não consigo para de ler! Mas é incrível: a cada página que eu viro, parece que outras duas surgem no final. Sabe Gremlins? Então. Mas o Neil Gaiman é realmente foda. Para quem gosta desse tipo de literatura (não sei que tipo é, mas é esse), eu digo que Neverwhere é ainda melhor que American Gods. Pena que ainda não foi editado por aqui - mas eu posso emprestar o meu, se alguém pedir com jeitinho ou oferecer algo que muito me interesse no próximo Floating Market, tá? 20.3.04
Eu vejo um casal apaixonado e penso em um tempo passado e noutro futuro, lembro do que foi e especulo sobre o que poderia ter sido. Me esforço para acreditar em novas chances, quase levanto e vou lá cumprimentá-los e agradecer por me fazerem, ainda, ter esperança. Conto as horas para equilibrar os hormônios e trocar carinho e suor, dividir um chocolate, dormir junto, acordar no meio da noite e abraçar de novo, essas coisas boas de namoro. Tento não dar peso àquelas nem tão boas assim. Sinto o gosto da cachaça, pego o celular, ligo para uma amiga distante, tão cúmplice, só para falar da saudade e combinar o próximo encontro, quando vamos sentar na calçada e rir muito lembrando das aventuras e das travessuras. Queria alugar um filme bem besta, desses de medo e de susto, para assistir comendo pipoca e gastando poucos neurônios enquanto o sono e o desejo não vêm. É sábado, mas, pelo menos hoje, eu preferia cafuné de mãe. 19.3.04
Em entrevista à Época, olha a pequena jóia que o Bertolucci soltou: ÉPOCA - Os personagens de Os Sonhadores são obcecados por cinema. Quais filmes marcaram sua vida? Bertolucci - A Doce Vida, de Fellini, e O Acossado, de Godard. Quis usar um clipe deste em Os Sonhadores e pedi autoriza??o a Godard. Ele mandou a seguinte resposta: 'Faça o que quiser, use a cena que quiser, e lembre-se: não existem direitos autorais, somente beleza'. Puro Godard, uma maravilhosa atitude calvinista! Eu bem pouco de Godard conheço, mas há cinco dias, desde que li a matéria, não tiro essa frase da cabeça: "Não existem direitos autorais, somente beleza". E a tranqüilidade com que ele se desapega, para que outras expressões de poesia se dêem? Lembrei de Giacometti e daquele livro lindo que ganhei. Pura epifania, do tipo que a gente sente ao ver Peixe grande. Falando do filme, aliás, eu não consegui (nem tentei) segurar as lágrimas e o riso. E agora quero uma casa com banheira, só para imitar o Albert Finney e a Jessica Lange. Tarde de chuva, zero coragem de sair de casa. Aproveitei para rever Um céu de estrelas, da Tata Amaral: fazia mais de seis anos que eu tinha assistido ao filme e me surpreendido com a crueza e força da estória, e, além de constatar que o drama mantém o vigor, foi uma supresa descobrir que um dos roteiristas é o ex-ex da roomate. Infelizmente, pipoca de micro-ondas me dá dor de barriga. When I'm drunk I feel very poetic. And romantic. And seductive, as if I were one of those characters in "Dangerous Liaisons". As it says in that t-shirt of mine, "I prefer you in a form of a love letter". E essas sandálias nojentas, que escorregam enquanto eu faço xixi? 17.3.04
Parece um placar apertado: 3 de diferença, quase pouco, uma margem de erro ou um ibope capenga... mas não é o número, nunca é. Não vou me culpar por me sentir mais velho, não brinco de adulto como se tivesse cinco anos. Nós vivemos em resposta aos estímulos que recebemos, nossos atos, sentimentos e idéias são pavlovianamente condicionados, inconscientemente elaborados e apenas utopicamente controlados: no hay banda, no hay orquestra, it's all a tape recording. É tudo uma fita que a gente vai gravando aos poucos, cada um do seu jeito, no seu ritmo, selecionando com maior ou menor afinco e cuidado o que deseja gravar para manter no arquivo como tutorial. Ou bula. Aí é que tá. Eu sempre fui muito curioso, prestei muita atenção ao mundo que me cercava, ouvi as pessoas e compartilhei suas estórias. Tive muito material para decupar, mesmo que a fonte não fosse primária. E assim me construí, assim virei gente grande (mesmo quando brinco de criança como se tivesse 80 anos) e entendi que uma barreira só pode ser transposta se encarada como obstáculo e se você acredita que algo bom te espera do outro lado - mas nem sempre essa crença existe ou você deseja que seja assim, às vezes você só quer mesmo tomar outra vereda e pronto. Porque qualquer esforço só faz sentido se há esperança. E histórias a dois precisam ser escritas a dois, certo? Eu gosto muito de escrever, mas não me sinto estimulado, me falta a musa. Ah, isso de amor... vértice ou vórtice? Amigos, leitores, crianças, finalmente estou melhor. Zerado, 100%, novinho em folha, pronto para outra. Só preciso descobrir qual é a outra. Humm... Sem febre nem dor no corpo, bem mais disposto, ontem a Benedito estava ótima e quase fui ao Bailão com os meninos (mas tinha programa melhor em casa). A normalidade se aproxima, enfim. Já não era sem tempo. 13.3.04
As conversas são cíclicas, os olhares se distribuem aleatoriamente, trocam-se gentilezas e mesuras quase que por educação enquanto rodadas de chope vão soltando as línguas e diminuindo as paciências. No meu canto, só bocejo. "Libera essa mesa aí pr'aqueles moços bonitos!", ouço ao ver umas fotos ótimas. Gente querida e gente já nem tanto nessas fotos, em momentos especiais porque uma vez por ano ou porque todo final de semana. Eu penso nesses instantes preciosos quando os sorrisos são tão espontâneos que dá até vontade de voltar a ter uma câmera para registrar pequenas alegrias fugazes, dessas que valem vidas. Amigos, como é bom tê-los por perto. E de longe minha alma gêmea liga para dizer que bebe e brinda em meu nome, feliz com um encontro que eu pude proporcionar. And to my visitor from abroad, I'll say I've blushed today thinking of the sweet times we could share a glass of wine and a beer. It's gonna be alright, let's wait and see. Outro bocejo, olhos apertados, hora de dormir. Bons sonhos, e até amanhã. 12.3.04
As meninas conseguiram limpar a vela do filtro - viva a pressão! E não, não tinha nenhum rato morto lá. Cantando na chuva é, definitivamente, maravilhoso. Sem febre ainda, ok. Estou contando os minutos para a estréia do novo FAMA. Depois de uma semana, finalmente fiz a barba. Estava parecendo o Incrível Monstro Cabeludo. Se eu morrer por falência múltipla de órgãos ou em decorrência de lacerações inimagináveis causadas por garras afiadíssimas, a culpa é da Clara. Cuidado com ela. Pois é. Eu podia estar matando, eu podia estar roubando, mas eu só estou reclamando dessa moleza sem fim por conta da virose. Meu humor está arruinado, minha paciência já morreu, e hoje é sexta-feira. Ou seja, o final de semana vai ser daqueles. 11.3.04
Às vezes eu me lembro. Os e-mails eram tão sem propósito, tão a esmo, como se não houvesse intenção de informar, seduzir ou conhecer: apenas davam espaço para dividirmos os planos do fim de semana, falarmos do tempo aqui e lá, desabafarmos uma ou outra desilusão. Não víamos romance no futuro - que futuro? -, cada contato parecia definitivo como um conto, nunca pensamos em capítulos de novela. Até que a gente se falou. E foi ótimo, foi divertido fluido e seguro como se fôssemos amigos de longa data (e não éramos?). Lembro de como rimos juntos, das pequenas descobertas, da surpresa de ouvirmos nossas vozes pela primeira vez... Amigos de longa data. Mas, muito por acaso, uma referência não compartilhada trouxe nossa diferença de idade à tona, e o que me parecia bobagem terminou encerrando a ligação mais cedo do que eu esperava. Mas há as voltas, e eu sempre fui um menino insistente. Nos falamos de novo, marcamos um encontro, quase levei um bolo, mas a curiosidade não deixaria que sumíssemos sem guardar a lembrança dos olhos um do outro, pelo menos. E o que era para ser um café virou o mais doce seqüestro da minha vida, doze horas inesquecíveis pelo interior de São Paulo, seladas com um beijo inocente e feliz, primeiro de muitos. Todo dia a gente se pendurava no telefone por deliciosas três horas, até que a beteria descarregasse ou eu dormisse, exausto. Três horas, todo dia. E eu detesto telefone. Mas nunca foi tão bom conversar com alguém, nunca eu sorri tanto do outro lado da linha. Amigos de longa data. E dizem por aí que a felicidade reside em casar com quem você gosta de conversar, que, se tudo mais acabar, ainda lhe resta um bom amigo. Pois bem. Minha agenda, um dos meus tesouros. 10.3.04
Ontem falei com uma amiga médica que me explicou dessa virose que me acomete, uma tal "Infecção das Vias Aéreas Superiores". Trocando em miúdos, é uma gripe braba em que o doente pode apresentar quadro de febre, indisposição, dores no corpo, cefaléia, tosse, secreção e até vômito e diarréia. Ou seja, eu estou até bem, no fim das contas. Ela ainda disse que a desgraça dura de sete a vinte dias (AAAAAARGH!), e o único jeito de tratar é com paracetamol (o vulgo Tylenol) ou dipirona e vitamina, para repor as energias. Tem que tomar muito líquido, repousar bastante e e-s-p-e-r-a-r. Agora vejamos: 1. Estou há uma semana de cama, mau-humorado feito o cão, sem ânimo para absolutamente nada e xingando toda a biologia molecular e essas porras de vírus, e a perspectiva agora é de que posso ficar assim por mais quinze dias. 2. Tenho que me dar por satisfeito por, pelo menos, não estar me borrando. 3. Depois de gastar metade do meu FGTS com Tandrilax, Trimedal, Targifor e mais um monte de pílulas, descubro que só me adianta tomar paracetamol, que custa coisa de R$1,90, a cartela com quatro comprimidos (do genérico). Ou seja, nesse final de semana vai rolar um bazar de remédios aqui em casa. Corra e garanta o seu. 4. Nunca tomei tanta água na minha vida. Daqui a pouco vou virar uma melancia. 5. "Repousar bastante", sei. Não agüento mais ficar deitado, já tenho até escaras. Nunca dormi tanto – ô, perda de tempo. E a cadimia? O cheque compensou ontem, mas eu nem lembro mais como é lá. 6. Esperar, esperar, esperar. Do jeito que eu sou paciente, tá ótimo. Mas vamos com fé, irmãos, que Deus é mais! E ontem tivemos um banquete aqui em casa, rapaz! Ainda não foi como os almoções, mas deu para animar o espírito e encher o bucho, hehehe! No menu: Sobrecoxas exóticas by roomate, Arroz com Brócolis e Amor lindamente preparado pela Beauty, farofa pronta Yoki e batata palha (também pronta). Eu fiz o suco de manga - delicioso, por sinal. Cliques:
Olha que gostosura!
Aprovado! Mais fotos no The Clara Beauty Journal. Mais receitas em breve. Ai, ai. Dormi muito, tomei os remédios, mas ainda amanheci pouco disposto. Estou me alimentando direito, tentando repousar (e Clotilde deixa?), vou já ver Cinema Paradiso no vídeo para passar o tempo, que, se começo a ler, durmo rapidinho, e se tem uma coisa que eu não agüento mais fazer é dormir - ô, sensação de tempo perdido! O jeito é esperar passar. Um suplício para quem não é lá de grandes paciências como eu. 7.3.04
A melhor frase do ano até agora foi da Clara, ao anunciar que o ponto G dela fica no cérebro. Pois é, eu digo que o meu também. Aí a porca começa a torcer o rabo. Porque bem ou mal a questão da idade parece gritar nos elogios repetidos, no carinho viciado (por mais genuíno que seja ou pareça), na doçura ingênua e na insegurança patente, e eu sou um velho, eu sou um velho vestido de criança tentando fazer de conta que tudo pode ser bem mais simples, mas já não dá para fazer de conta porque a realidade toma o lugar da fantasia quando as luzes acendem - e eu gosto da claridade. É cedo, eu sei e não vou esquecer disso. Estou me antecipando - como de hábito -, mas tenho aprendido a controlar os ímpetos e a não me precipitar. É só um primeiro desabafo depois de uma noite de muito mau humor por causa dessa gripe chata que, graças a Deus, finalmente dá sinais de trégua. Enfim, nada que um Trimedal e um cafuné não resolvam rapidinho... 6.3.04
E na falta de mil palavras, eis uma imagem que ilustra bem o espírito dos dias: eu e minha fiel escudeira a caminho do concerto furado! ![]() Não encontro ânimo para escrever porque estou gripado (quarto dia na cama), porque ainda questiono esse formato "blog" e porque não há nenhuma confusão mental ou emocional para gerar qualquer reflexão por ora. Então, aproveito o tempo - feio, diga-se - para descansar o corpo, namorar um pouco, ler gibi e ver filme besta no vídeo. Tem horas quando até a minha verborragia pede trégua. 5.3.04
Ficar em casa por opção é ótimo, mas não sentir forças sequer para levantar da cama, vou te contar, é um saco! Detesto estar gripado. 4.3.04
Ave, ave, ave. Há quase duas horas mandando currículos e fazendo contatos aqui nessa lan house de adolescentes histéricos: acho que meu cérebro vai dar tilt, ou amanhã os jornais noticiarão um homicídio coletivo digno de qualquer escola pacata no meio oeste dos EUA. Mas está dando tudo certo, bendita seja Nossa Senhora dos Desempregados. Agora é acender umas velas, botar o Homem de Bem no tocador e ver o que rende. De antemão, agradeço pelas figas por aí! 3.3.04
Aí eu amanheci até disposto, mas talvez por conta da iminência da chuva e do tempo estranho, me bateu uma moleza que logo virou febre e dor de cabeça, e garganta arranhando e pronto: começo de gripe, manha muita, dia inteiro na cama. Dos prazeres, uma passada na Comix, o segundo cd da Jussara Silveira ainda baratinho na Neto Discos (ontem saiu um artigo do Nestrowski no Estado enaltecendo o show da mulher, e eu aposto que na Fnac já remarcaram os álbuns dela), almoço no Burdog (Ave, cheddar!) e cafuné com mimo e beijo até dormir (hummm…). No fim das contas, pode ser muito bom ficar mal se o remédio certo está à mão… E olha que engraçado (acabei de notar): por mais que o post da "volta" tenha sido publicado no dia 03, a idéia de retomar o blog tomou força ontem - como não dormi, então a folha no calendário ainda é a mesma: 02.03.04. Somando os algarismos: 9. Meu número. É, eu gosto dessas "coincidências". Eis que o bom filho à casa torna. Ainda não sei o que é, ainda não sei o que há, mas estou com vontade de escrever de novo, com vontade (mais ou menos) de blog de novo, aquela comichão por essa coisa toda de estar virtualmente perto de algumas pessoas fisicamente distantes (Balla, Rafa, Fabi, mais uns por aí), de trabalhar minha vaidade, de frescar, de me exibir, de ter raiva das confrontações e de dar notícia, mesmo que indiretamente, a quem nem pede ou tanto espera. Queria que fosse muito freqüente, queria escrever como nos velhos tempos, mas sei lá se vai rolar, não sei nem se agüento: posso mudar de idéia e desistir amanhã mesmo e acabar de novo com esse blog e começar outro e guardar meu diário e só Deus, nêgo. Só Deus, que nem eu chuto mais sobre mim. Sou uma caixinha de surpresas - meio sem graça, mas ainda caixinha, ainda surpresas. Vou arrumar esse leiaute, terminar o novo da Balla, dar um jeito nos arquivos e inventar moda nova - ou reeditar as antigas. Engraçado como o primogênito e o último me parecem datados agora: foram ciclos necessários, intensos, já concluídos. Voltei ao Gente porque é o que tem mais a minha cara de agora, acho. Gosto da cor, do tom e do espírito daqui. Gosto de me sentir gente, mais do que "plurilexical" (é bom perceber isso). E aí é isso. Tô de volta. Não sei ainda como nem quanto, mas estou na ativa de novo. Bem vivinho, aliás. ~ início ~ |
~ lendo ~ Alê (BGML) Balu (Sim, eu OdeioSopa!) Beth (E-Beth) Camila (Tapetes de Penélope) Clara (The Clara Beauty Journal) Clau (Lettiânia) Djoh (Caminho Dourado) Ematoma (Objetos de desejo) Gabby (Nêga do leite) Guiu (Perto do coração selvagem) Lola (Escreva Lola Escreva) Marie (Je suis Marie) Phelipe (papel pop) Rafaela (Letra e Música) Renata (o livro de areia) Ronaldo (Satyricon) TDUD? (Te dou um dado?) em que quer acreditar. ~ ~ passado ~ agosto-2009 junho-2009 maio-2009 abril-2009 março-2009 agosto-2008 junho-2008 maio-2008 abril-2008 março-2008 fevereiro-2008 janeiro-2008 dezembro-2007 novembro-2007 outubro-2007 setembro-2007 agosto-2007 março-2007 fevereiro-2007 janeiro-2007 dezembro-2006 novembro-2006 outubro-2006 setembro-2006 agosto-2006 julho-2006 junho-2006 maio-2006 abril-2006 março-2006 fevereiro-2006 janeiro-2006 dezembro-2005 novembro-2005 outubro-2005 setembro-2005 agosto-2005 julho-2005 junho-2005 maio-2005 abril-2005 março-2005 fevereiro-2005 janeiro-2005 dezembro-2004 novembro-2004 outubro-2004 setembro-2004 agosto-2004 julho-2004 junho-2004 maio-2004 abril-2004 março-2004 outubro-2003 setembro-2003 junho-2003 maio-2003 abril-2003 março-2003 fevereiro-2003 janeiro-2003 dezembro-2002 novembro-2002 outubro-2002 setembro-2002 agosto-2002 julho-2002 |
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