~ gente ~






27.4.08
 
BECAUSE
O sono é tanto, o uísque foi tanto...
Da virada, passei longe.
Mas a festa (formatura de um ex-estagiário meu) tava ótima.
E, mais cedo, o orkontro de sete oito - que terminou de quatro (ui!) - também foi precioso. E o almoço mais cedo, delicioso.
Beleza de dia.
E agora, essa imensa cama vazia me espera.
(...)
(sentiu o drama?)

26.4.08
 
HOJE É SEXTA-FEIRA
Trabalho, trabalho, trabalho. Médico, fisioterapia, remédios. Saco. Mojito sabor Sundown fator 8. Gin tônica da boa, com Tanqueray graças-a-deus, comidinha, comidinha, gin tônica, comidinha, cosmopolitan, comidinha, gin tônica, gin tônica, água. Muitas risadas, muitas, muitas, muitas, lembrando o shoyu bebido no almoço e a expertise da estagiária - "Conjuga o verbo descolorir, agora"! Muito papo cabeça, muito, muito, muito. A interlocutora ideal para o brainstorming e a gin tônica. E mais drinks e aquele petit gateau e aqueles profiteroles, redimindo o bistrô metido a besta que serve steak tartar sabor carne-moída-com-coentro-e-azeite. E Drambuie com água gaseificada pra coroar a noite, e quase 500 paus de conta depois de quase sete horas de farra, e mais cachacinha em casa pra rir de novo.
E o finde está só começando.

10.4.08
 
PÉROLAS AOS POUCOS
De volta do retiro. Quatro dias de só eu na pousada, só eu na praia inteira além dos pescadores, manhãs de sol, tardes de chuva e noites estreladas, comida preparada por fadas (sereias?), brincar solto com Champo, o misto de weimaraner e vira-lata mais doce que já conheci. Como se pouco, ainda o sono bom e as paisagens, as instigantes paisagens do Mundaú.
Bendita idéia.

(tem relato com fotos no blog da Julia - seqüestradores, meus caros, a parte do "importante diretor de comunicação" foi DELÍRIO da criatura, viu?)

* * * * *
Mil. Mil coisas por resolver ainda, e eu já vou embora amanhã.

* * * * *
E tem festinha de recepção e tudo, no "Astronete Bar, onde todo mundo fica mais bonito" (só pode: o povo bêbado e no escuro). A bagaça foi organizada pelo , coisa mais linda (e imunda, you know) da minha vida. That's what friends are for.

* * * * *
Esse período em Fortaleza foi rico demais e extremamente revelador. Me fez perceber, por exemplo, que há vida possível pra mim aqui. E que amizades atravessam tempo, distância e diferenças. Encontrei mais carinho e respeito do que eu esperava, e reencontrei pessoas preciosas, que não quero mais perder.

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E tá chegando o insofismável, o apoteótico, o inigualável MISS BRASIL 2008! Comentarei oportunamente, mas você já pode ir se deliciando (cof!) aqui com as (cof!) beldades.

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Alguém aí quer comprar um Gol 2001, cinza cremoso (sabe que cor é não? pergunte à Nêga"), mecânica 10, lataria 7, cheio de histórias memoráveis e memórias inconfessáveis? Dê seu lance!

6.4.08
 
BLACKOUT
Ok, confesso: eu tinha bebido um tantinho quando escrevi esse último post aí. Sabe como é: final de semana chegando, o calor da terra, um jantar bacana com direito a vinho do bão... A pessoa já não tem o juízo muito certo, ainda se passa, então já viu no que dá. Ou não dá.
E hoje veio uma vizinha se desculpar: "Olha, naquele dia em que nos encontramos na festa X, o selinho que eu te dei era de brincadeirinha, tá? Quem ficou a fim de ti foi outra pessoa, aliás vamos marcar um novo encontro pra ver o que rola, blablabla-whiskas-sachê... Ah! E eu não sou sapatão, não, tá?". Enquanto isso, eu só pensava: "Que festa X? Que selinho? Que outra pessoa? Sapatão? Hein?"...
Preciso mesmo parar de beber. Diz que amnésia alcoólica é passo certo pra dependência química, e, a julgar pelo histórico de passações desmemoriadas, é melhor eu aderir JÁ à fanta uva light se não quiser virar membro honorário do AAA...

- EDIT -
P.S.: Tô indo agora pruma praia distante, para um retiro de 4 dias comigo. Sem celular, sem internet, sem muita gente por perto. Só eu, o protetor solar, os tênis pra correr, uns livros e muito por pensar. Na quarta-feira, dou notícias.

5.4.08
 
BASIC INSTINCT
"Você é muito sexual", ela disse. E não foi a primeira nem a segunda a proferir tal julgamento, que desde sempre me embaraçou. Eu, que não sei das artes do amor sensual sequer uma missa. Eu, que patino sem graça quando queria apoteose, clamor. Eu, que ainda ruborizo quando escuto um elogio ou recebo um convite, sutil que seja, sonhar que seja. Não sei da transcendência do desejo firmado, não entendo desse jogo. Olho nos olhos, quando posso - é isso? Buscar a alma? Procurar além? Porque nessa hora não sou da pele rasa, do toque pouco, da racionalização matemática - sou orgânico, holístico, multicêntrico. Sou todo, sem metonímias.
Assusta, às vezes. A mim. Mas é como só posso ser.




~ Cada um escolhe a verdade
em que quer acreditar.
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