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31.1.05
O que penso ou digo não vale manchete; minha imagem nem assusta nem excita; sou bom numas coisas, ruim em outras, raramente péssimo ou ótimo; não falo 16 idiomas; durmo, como, trepo, vou ao dentista e vivo dentro das estatísticas; qualquer idéia que saia da minha cabeça jamais vai ser "original" per se; descobri que sou medíocre no Excel; e meus óculos caríssimos estão gastos, sem previsão de troca. Êta, vidinha monótona. Quando acaba o final de semana começa outra semana. Parece besta, mas significa meu riso e minha lágrima de hoje. 28.1.05
Se O código da Vinci é cinema escrito, Closer é teatro filmado: diálogos enxutos, quase irretocáveis de tão farsescos, e alguns dos olhares mais expressivos que a Hollywood do séxulo XXI pode oferecer. Ontem, o que me atordoou mesmo foi Antes do pôr-do-sol: verborrágico, denso nas sutilezas, sensível e fluido como um sorriso de Julie Delpy. Uma experiência. Entrou direto para os meus Top 10. 27.1.05
Quando me formei - parece que foi ontem! -, um monte de gente foi lá prestigiar: amigos, parentes, irmãos, até minha mãe veio do Ceará para ver o filho pegar o canudo e repetir, sem deferência, um juramento tão pomposo quanto esquecível. O auditório superlotado mais parecia um forno naquela noite quente de março, eu derretia e pingava enquanto falava uma, tossia o outro, choravam muitos. Formatura é um rito de passagem, acho. E lembro do quanto me senti bem por estar cercado de entes queridos naquele momento: era a coroação de cinco anos de estudo, esforço, trabalho e paciência. Ontem foi a colação de grau do meu primo. Ele ainda era um adolescente quando assistiu à minha cerimônia, também encharcado de suor, também sofrendo com o calor, também feliz por mim. Há duas semanas me contou do evento, me pediu para comparecer, queria celebrar comigo agora. Mas eu me atrasei. Não sabia chegar lá. O ônibus, quando finalmente passou, estava lotado. E choveu. Choveu, choveu, choveu. (...) Me desculpe, primo, se pareceu falta de consideração. Não foi. É que eu sou feito de açúcar. Investindo na carreira Na Grã-Bretanha, o The Daily Telegraph destaca em sua capa o caso do ladrão de banco que foi autorizado a descontar como despesa de trabalho o dinheiro gasto para comprar a arma usada em um assalto. Isso é que é persuasão. SAIU A LISTA! Mínimas surpresas: como previsto, consagraram-se os filmes de Scorcese e Clint Eastwood e o bom trabalho de Jamie Foxx. Agora, começa a corrida para ver os filmes todos até 27 de fevereiro. Sobre o Framboesa: bom, eu ainda não vi Alexandre, mas acho que Mulher-Gato deve ser imbatível em todas as categorias que concorrer... 24.1.05
ÊBAAAAAAAAA!!! COMEÇA HOJE A QUARTA EDIÇÃO! Which means: perdoem-me os sãos, mas a psicose é fundamental. Depois da invasão, a imersão Há fotos que comprovam, eu garanto: ontem, domingo, às oito horas da madrugada, estávamos de pé eu, o soneca, Rô, Mau e a fada moura, no alto da montanha mágica de Cubatão, prontos para uma expedição selvagem de 6 (seis, vejam) íngremes quilômetros pela Mata Atlântica. (Sugiro uma releitura do parágrafo acima com especial atenção para os integrantes, o horário, a atividade e o local.) CLARO que foi muito, muito difícil levantar naquele friozinho. ÓBVIO que a gente não teve tempo para pensar direito. E SIM, foi um bocado divertido. Foi assim: do nada, a Beth mandou um e-mail recrutando a galera para um passeio dominical por ruínas históricas no mato. "Deve estar possuída", pensei, mas acredito que os doidos não devem ser contrariados, então acenei com um inofensivo "talvez, quem sabe, vamos ver", que culminou no eventou ora descrito (a possessão era contagiosa, pelo visto). Acertados os detalhes, lá fomos nós pela estrada dos pedregulhos cinzentos, admirando a beleza da Billinngs e uns parcos passarinhos que revoavam pela aurora gélida, enquanto três caminhoneiros mau-humorados à nossa frente tentavam descobrir como engatar a segunda marcha em seus trambolhos motorizados. Finalmente, chegamos à reserva natural de onde deveríamos partir em comboio - e qual não foi nossa surpresa ao constatarmos a pontualidade do grupo, que já havia partido dali. Graças a uma paciente monitora extra, fomos conduzidos à clareira onde os demais aventureiros nos aguardavam para começar a jornada. Após uma brevíssima apresentação (mal dissemos nossos nomes, com medo de sermos apedrejados pelo atraso), teve início uma sessão de alongamento indescritível - vale lembrar as soberbas condições físicas dos participantes, especialmente dos cinco ecoatletas que integravam nosso heróico grupelho. O que se sucedeu foi uma caminhada light pelo reino encantado das teias de aranha e dos azulejos azuis, com direito a muito gelo seco, calos e alguma hemorragia decorrente das milhões de picadas de que fomos alvo ao longo do périplo. E a gente viu uma lacraia na bica. E um monte de grilos no cio. E uma churrascaria com rodízio grátis no pé da serra (mas acho que era miragem). Às beiras do esgotamento físico e com os pulmões gritando de tanto oxigênio, vimos ao longe o micro-ônibus salvador que nos levaria de volta ao estacionamento e à civilização. Mas foi divertido, confesso. Me senti super saudável e perfumado (licença para a piada interna), nem vou reclamar das dores no corpo. Daqui a um ano ou dois, de repente, eu tento um repeteco. Agora voltamos à programação normal: abre a cerveja aí, anda! 22.1.05
A invasão natural e o infarto iminete Outro dia foi aquele papo sobre orixás, entidades e batuque que me deixou tenso, a ponto de eu dar um pequeno mas significativo chilique depois de um susto não intencional durante o banho - impressionado que estava, só consegui gritar de pavor ao ver os olhos arregalados que candidamente me fitavam mandando beijo. Pois muito bem. Nesse clima instaurado de enervamento, vim buscar um pouco de paz de e quietude na maison de campo do meu digníssimo Balu. Distraído ao computador, absorto no silêncio da casa vazia, senti meu espírito tranqüilo, sereno feito rouxinol que dorme em seu ninho morno numa suave tarde de outono nos bosques da Birmânia. Mas, em conluio com a traiçoeira e indefectível biologia, o destino me reservava mais um baque... Estava eu aqui, leve e monástico, quando me bateu uma familiar vontade de fazer xixi. Enrolei um pouco, tentei segurar, a bexiga gritou... cedi. No que levantei da cadeira e virei no corredor, uma lâmina de terror invadiu meu corpo: os dedos dos pés crisparam, os dentes trincaram, os pelos na nuca arrepiaram e senti uma pontada quase definitiva no miocárdio. Um MONSTRO encouraçado me ameaçava, com sua quelônia e inexplicável presença, pronto para me abater com uma pescoçada pré-histórica ou um golpe mortal de ninjitsu, sei lá. Era Gertrudes, o jabuti de estimação do outro. Tá, Gertrudes só ataca alfaces e chinelas Havaianas velhas, e talvez, repito, talvez não houvesse motivo para tamanho sobressalto. Mas como eu poderia imaginar que o bicho, que nunca sai de seus domínios quintalescos, poderia adentrar a casa e vir me dizer um 'oi' - não sem antes despejar, triunfalmente, suas abjetas fezes sobre o tapete da sala? É como eu sempre digo: a natureza é surpreendente e imprevisível, e o seguro, se morreu, foi do coração. 21.1.05
You are the color pink. As a beautiful and sweet human, you are everybody's favorite person. Healthy and energetic, you're often seen spreading the happines. As an unusually charming and sweet person, you're always ready to comfort people who are down. You sympathize with everyone, but not always yourself. Aside from that, you are light-hearted and cheery. And you make it your duty to make every cloud have. What color are you? (Amazingly detailed & accurate - with pics!) brought to you by Quizilla Ave, ave. Meu coraçãzinho lindo está pulsando meigamente, Quizilla! Só faltou um gif animado do Meu Querido Pônei correndo por um campo florido de mãos dados com um Ursinho Carinhoso. Pink, meuzóvo. Hunf. "Proibição estatal ao casamento de pessoas homossexuais interessa apenas às pessoas que não suportam ver a felicidade alheia." Eita! Parece que agora é sério... Já ouço a marchinha do tio Mendelssohn, já sinto a chuva de arroz - por via das dúvidas, onde é que retira a senha mesmo? 18.1.05
O segredo é a economia, o uso racional: de dinheiro, tempo, palavras. E hoje eu bem merecia um Nobel, ui! 17.1.05
Pa(ren)tético Ainda cedo eu acreditava que para ter uma caligrafia bonita era preciso desenhar as letras como mandava a professora, bem redondas, cobrindo as linhas tracejadas no caderno pautado em volteios quer pareciam não ter fim. Tão pequeno, me bastava a pretensão de ser o melhor repetidor - eu jamais questionaria o conceito de "bonita" àquela época. Foi tempo até entender que as formas são muitas e muito mais complexas do que se percebe a um primeiro olhar ou com menos reverência. Conhecer-lhes as tramas, vasculhar seus meandros, estudar a cada chance um pouco do que fizeram das formas e como brincaram com elas. Depois, respeitar os pioneiros, duvidar dos catedráticos, cutucar as musas, experimentar: eis minha fórmula, meu credo - uma resposta? Falo dos irmãos Lumière, de Björk, das crianças e do Google. Penso neles e lembro do susto, dos medos, do choro, do riso, do amor que sinto bater aqui dentro. Penso nas saudades, nos resgates, penso nas dúvidas - espero que meus amigos estejam bem, apesar de qualquer coisa. Somos uns fortes, nós que nos arriscamos. Cole Porter me rasgou nesses dias. Doeu a chorar dois rios - e eu nunca choro. Me obrigou confrontações de que eu me esquivava, me arrancou suspiros e máscaras, cantou uma sátira violenta para quem tentava minuetar farsas mínimas, ingênuas. Dançar conforme a música é uma guerra, às vezes. As luzes acenderam e meu rosto encharcado ainda jazia entre as mãos. A luz ascendeu e agora estou menos perdido, embora mais assustado, sem saber como, mas certo de que não demora. E outra: escolhi minha letra, não vou me esconder em novas curvas. "Há o certo, o errado e aquilo que nos dá medo, que nos atrai, que nos sufoca, que nos entorpece. O certo é ser magro, bonito, rico e educado, o errado é ser gordo, feio, pobre e analfabeto, e o resto nada tem a ver com estes reducionismos: é nossa fome por idéias novas, é nosso rosto que se transforma com o tempo, são nossas cicatrizes de estimação, nossos erros e desilusões. Todo o resto é muito mais vasto." Martha Medeiros, de vez em quando, traduz o mundo. (Se quiser ler o texto inteiro, me peça.) Hora de mudar o leiaute desse blog. Alguém tem sugestão de cores para me dar? Alguém quer me dar um leiaute de rpesente? Alguém precisa de um herdeiro para uma fortuna imoral? Oh, céus. Oh, vida. (...) Queria estar em casa, deitado na rede, lendo O código da Vinci. 12.1.05
Definitivamente, eu NÃO gosto de trabalhar com programas gráficos. Corel Draw, Illustrator, Photoshop e companhia só me dão dor-de-cabeça. Meu negócio são planilhas, relatórios e planos, que exigem muito mais raciocínio lógico que inspirações divinas ou impulsos artísticos criadores. Veja o template desse blog e me diga se eu mereço algum prêmio de design, oras! Sou virginiano brabo, por isso não faço a porcaria mais execrável do universo... mas minha auto-crítica é honesta demais para não me deixar consolar com os trabalhos medíocres que consigo desenvolver, no ápice do esforço e da boa vontade. É por isso que eu estou de saco cheio desse emprego. Hunf. Eu lá tenho cara de publicitário, por acaso? Fazendo a alegria dos eletrotécnicos Aí eu quebrei o interfone DE NOVO. Pela quarta (quinta?) vez em dois anos, está lá o bicho escangotado, esfacelado, dismilingüido, pendurado feito Tiradentes no gancho da parede da sala. A passagem é larga, não sei como pude atropelar o coitado com tanta truculência, meu Deus... Só pode ser uma síndrome paranormal pouco estudada. Só pode ser. Pior é que eu, como sempre, quebrei a cabeça tentando encaixar os micro-bichículos coloridos nas peças pluriquadradas heptadimensionais - que deveriam estar alinhadas, me parece, com as nanocoisículas metálicas que fazem a ligação entre a dentadura elétrica hipermínima e os bilotos periféricos que a gente aperta para abrir as portas. Tudo em vão, óbvio, a não ser pelo mau-humor que já me assola o começo da manhã. Não bastassem os celulares, agora também os interfones entram para a lista negra (luto, sabe?) de aparelhos elétricos que exigem segurança máxima na minha presença... Eu sou um perigo. Frase do dia "Quem pede pouco à vida, pouco a vida lhe dá.", estava escrito a giz no quadro ao lado do banheiro. Foi a primeira coisa que li com atenção hoje. Não sei se o verbo é "pedir", nenhum melhor me ocorre agora, mas a essência da coisa caiu feito um tijolo no meu dedão do pé: preciso ser mais ambicioso, delinear meus objetivos e descobrir como chegar a eles. Reflexão fácil para um começo de terça-feira nublada... 10.1.05
Vendo a lista de melhores filmes de 2004 do Chico, me bateu uma saudade das discussões lá na comunidade Blogs de cinema... não resisti e resolvi fazer o meu TOP 12 - mais modesto, menos sério, igualmente divertido e, por que não, instigante. Ficou assim, então: 1. Peixe grande (Big fish), de Tim Burton 2. O pântano (La ciénaga), de Lucrecia Martel 3. Anti-herói americano (American Splendor), de Robert Pulcini 4. Dogville, de Lars Von Trier 5. Ser e Ter (Être et avoir), de Nicolas Philibert 6. Brilho eterno de uma mente sem lembranças (Eternal sunshine of the spotless mind), de Michel Gondry 7. Encontros e desencontros (Lost in translation), de Sofia Coppola 8. Kill Bill: Vol. 1, de Quentin Tarantino 9. Os Incríveis (The Incredibles), de Brad Bird 10. Shrek 2, de Andrew Adamson 11. Minha vida sem mim (My life without me), de Isabel Coixet 12. Histórias mínimas, de Carlos Sorin E os teus preferidos, quais foram? A propósito do filme, aliás, o Rô teve um insight sensacional depois de sair do cinema e criou o São Paulo Secreta. Você já foi lá conferir? Se não, CORRA, que já largaram na sua frente! Fiquei muito feliz pelos 300 dinheiros que você vai ganhar por dia. (como chamar "real" uma moeda que nem sonho paga?) É um valor bem honesto pela sua competência e pelo seu potencial. Injustos são os 10 dinheiros que meu primo recebe pela mesma jornada de trabalho na roça, no interior do interior do Mato Grosso do Sul, sol na cabeça e enxada na mão, sabe Deus aonde vão seus sonhos, que reais, mesmo, são as veredas imensas e vazias que ele conhece. Espantado com os arranha-céus na cidade, meu primo. Modesto no escambo do suco natural de acerola (e eu já me habituei a pensar que as árvores dão polpas congeladas) por umas horas em frente à TV de tantas polegadas que fala muitas línguas e mostra robôs e hipopótamos fazendo coisas que ele conhece lá do seu jeito - por isso ri sem jeito, meu primo. Eu ficaria bem feliz recebendo alguns dinheiros a mais. Sou da cidade, cresci com luxos e adquiri ainda outros com o tempo. Me acostumei ao Del Valle, mais caro que uma saca de laranjas: se não quiser voltar às frutas, preciso arrumar um novo emprego que me remunere mais perto daqueles 300 que desses 10. Yeah, I'm working on that, como diria o moço do filme. 7.1.05
A propósito do pavor Certezas do tempo: ele é reto, contínuo, unidirecional. As dúvidas não foram minhas. Nem são. Despirocando na Holanda Escrever tem que ser quando é maior, quando não cabe mais e o jeito é deixar derramar. Nesse campo, excesso de programação e estratégia vira administrativo demais, moço, vá lidar com números e gráficos que, pelo visto, lhe sai melhor: literatura é arte; arte é inspiração, insight, spleen - é trabalho e re-trabalho também, re-conheço, mas isso de antever ou definir os caminhos do que se escreve (me) parece mais plano de carreira que inclinação natural, elã ou a simples necessidade motriz que respeito, venero. De soberba eu entendo: me ensinaram desde pequeno que é feio e mau ser presunçoso, então vou pro inferno, condenado, mas aproveito esta ante-sala para rir dos meus e com os meus. Também sou covarde, me protejo de incertezas e do que mais desejo, por isso deveria render alguma reverência a quem se arrisca enquanto compro livros e livros para não ler: se me infesto de outros, talvez desista por constatar que tudo já foi escrito, só resta mudar vírgulas e atualizar um arcaísmo aqui, outro ali, não muito além. E, francamente, citações de prateleira a Rimbaud, Dostoievski e Fante não pagam uma legítima Geografia íntima do deserto, colega. Em Amsterdã, vende-se erva da fina nas livrarias: em São Paulo, que graça, elas estão abarrotadas de merda. 3.1.05
Ironia-mor Minha mania por controle (de tempo, números, discurso, tudo) é tamanha que talvez por isso mesmo eu deteste tanto me saber controlado. Começou. Fiz questão da contagem regressiva: confesso, queria saborear os últimos instantes do ano que tanto me exigiu - só eu sei dos recursos que tive que mobilizar para manter o prumo, o rumo, foi difícil. Brindei e bebi as primeiras bolhas de 2005 com luzes amarelas pontuais, estrelas que vieram à minha casa dar notícias que espero ter entendido. Era uma zoada boa de vozes conhecidas se animando e uma música que adoro ao fundo; era uma amiga cochilando no sofá, íntima, e outra fazendo falta, longe. Montamos de mãos dadas uma festa linda, meu amor... obrigado pela companhia de toda hora. Tentei não sentir saudade: impossível. Queria mais uns calores ainda na chegada do ano, queria todos eles, egoísta que sou, mas nem tudo pode sair ao nosso gosto, claro, então me rendo ao telefone e busco e encontro: alegria, muitos ainda sei onde e como achar. As verdades são fósseis, transformam-se, cristalizam, resistem. E eu guardo muitos souvenires do passado, que ainda voltam à mesa de centro na sala de mim. Especial conforto, esse de saber que a decoração pode mudar sem demérito, prejuízo ou descuido. Hoje o céu diz que posso mudar, fazer por mim o que não sei bem - mas descubro. Reitero o voto: vamos plantar uma palavra-semente. Pelos frutos, pelas flores, pela sombra tranqüila. E pelas raízes mais fortes também. ~ início ~ |
~ lendo ~ Alê (BGML) Balu (Sim, eu OdeioSopa!) Beth (E-Beth) Camila (Tapetes de Penélope) Clara (The Clara Beauty Journal) Clau (Lettiânia) Djoh (Caminho Dourado) Ematoma (Objetos de desejo) Gabby (Nêga do leite) Guiu (Perto do coração selvagem) Lola (Escreva Lola Escreva) Marie (Je suis Marie) Phelipe (papel pop) Rafaela (Letra e Música) Renata (o livro de areia) Ronaldo (Satyricon) TDUD? (Te dou um dado?) em que quer acreditar. ~ ~ passado ~ agosto-2009 junho-2009 maio-2009 abril-2009 março-2009 agosto-2008 junho-2008 maio-2008 abril-2008 março-2008 fevereiro-2008 janeiro-2008 dezembro-2007 novembro-2007 outubro-2007 setembro-2007 agosto-2007 março-2007 fevereiro-2007 janeiro-2007 dezembro-2006 novembro-2006 outubro-2006 setembro-2006 agosto-2006 julho-2006 junho-2006 maio-2006 abril-2006 março-2006 fevereiro-2006 janeiro-2006 dezembro-2005 novembro-2005 outubro-2005 setembro-2005 agosto-2005 julho-2005 junho-2005 maio-2005 abril-2005 março-2005 fevereiro-2005 janeiro-2005 dezembro-2004 novembro-2004 outubro-2004 setembro-2004 agosto-2004 julho-2004 junho-2004 maio-2004 abril-2004 março-2004 outubro-2003 setembro-2003 junho-2003 maio-2003 abril-2003 março-2003 fevereiro-2003 janeiro-2003 dezembro-2002 novembro-2002 outubro-2002 setembro-2002 agosto-2002 julho-2002 |
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